Crítica | O Escândalo é o pontapé inicial de uma luta que não acabou.
Baseado em fatos e lançado em 2020, o filme “O Escândalo” narra uma sequência de perturbações e investidas contra mulheres. A produção determina a denúncia de abusos que derrubaram o presidente da Fox News.
As atrizes Margot Robbie, Charlize Theron e Nicole Kidman, que interpretam apresentadoras da emissora, brilhantemente exibem ocorrências reais que frequentemente são escandalizadas vez por outra.
A dramaturgia Escrita por Charles Randolph, segue de três funcionárias da Fox News que, impulsionadas pelas histórias umas das outras, decidem se pronunciar sobre as investidas de assédio sexual de Roger Ailes.
O gigante do telejornalismo e antigo CEO da Fox News, tem seu poder questionado e sua carreira derrubada quando esse grupo de mulheres o acusam de assédio sexual no ambiente de trabalho.
As funcionárias da Fox News denunciam a cultura de masculinidade tóxica da empresa de mídia norte-americana, levando à queda do magnata.
Não há como refutar o exemplo dado porque, segundo pesquisas cresce assustadoramente as investidas às mulheres. E por mais que muitas pessoas estejam cientes das nefastas causas de comportamentos não abrangentes, como importunação, constrangimento e distinção, as ações ou comportamentos mais sutis que constituem as tentativas hostis podem ser mais difíceis de identificar; muitas vezes não são intencionais ou são minimizados como “piada”.
Por Silvanio Lavor.
Nenhum comentário:
Postar um comentário